Conheça neste artigo 8 palavras para não se usar no currículo!

Veja neste artigo algumas expressões que separamos para você onde pode ser prejudicial ao seu desempenho em um inicio de processo seletivo.

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Geralmente, sempre falamos aqui neste website o que devemos fazer ou até mesmo escrever dentre o currículo para se destacar. Porém, neste post iremos fazer um pouco diferente, iremos focar nas palavras em que não se deve usar no seu currículo.

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Acontece que se você usa determinadas expressões, o recrutador ou entrevistador pode acabar interpretando mal o que você está tentando passar no currículo. Assim pode acabar atrapalhando seu desenvolvimento no processo seletivo.

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*Quais são as expressões que não devo utilizar?

Existem expressões que não são bem vistas dentro do currículo. Acontece por exemplo, quando uma palavra acaba perdendo o sentido porque estava na “moda” e é utilizada em excesso por todos.

Esse também é o caso de algumas expressões negativa. Elas podem acabar prejudicando a sua imagem durante o pouco tempo que o recrutador estará analisando as informações repassadas para ele.

Confira aqui neste artigo quais são as principais palavras que você deve evitar sempre. Ah, e aproveita pra dar uma conferida no seu currículo atual.

1. Desempregado

Não pense em usar uma palavra tão negativa quanto essa justo em uma primeira impressão que tem que ser positiva. Existe o campo no seu currículo de “experiência profissional” onde indicará o período que você esteve “fora do mercado”. Não é necessário que você especifique com a palavra “DESEMPREGADO”. Ela trás um ar muito negativo.

2. Trabalhador

Quando você diz que é um “trabalhador”, vamos entender que seja na intenção de indicar que você é um profissional esforçado em tudo que se dispõe a fazer e que literalmente veste a camisa da organização.

Porém informamos que no currículo não é o melhor lugar para indicar que você é esforçado desta forma. Assim porque no seu currículo existe o campo de experiência profissional, onde deverá indicar toda sua “força” por lá, indicando que está disposto a trazer bons resultados.

Além disso, indicamos que o currículo não seja a melhor opção de se “elogiar” para o recrutador. Assim aproveitando todo o currículo para que o próprio recrutador tire suas conclusões.

Conheça neste artigo 8 palavras para não se usar no currículo!
Conheça neste artigo 8 palavras para não se usar no currículo!

3. Usar “Ela” ou “Ele”

Lembre-se da conjugação do verbo, não fale de você como se estivesse citando uma segunda pessoa. Assim, sempre se atente a falar “Eu fiz, Eu coordenei, Eu cursei ou Eu trabalhei” e não use “Ela(e) coordenou, Ela(e) fez, Ela(e) trabalhou ou Ela(e) cursou”. No currículo é imprescindível que você use a primeira pessoa do singular na conjugação. Estamos entendidos?

VEJA TAMBÉM: Como se portar em uma entrevista por telefone

4. Ambicioso

Se podemos evitar usar termos complicados, vamos evitar? Ambicioso é um deles. Sub entendemos que você queira demonstrar ao recrutador que você corre atrás de todos os seus objetivos no crescimento profissional e que não irá se acomodar na profissão.

Porém ele pode acabar demonstrando que você faria de tudo para chegar onde é seu objetivo, mas de uma forma mais pejorativa (desrespeitando as pessoas e até as regras da empresa).

Como dissemos, ela pode representar ambos os casos e dependendo do recrutador te desclassificar do processo. Por isso a nossa principal dica é, evite usar termos que tenha duplo sentido! Em qualquer situação. Seja ela currículo, entrevista, e-mail, mensagem.

5. Mentiras

Neste ponto não é muito sobre uma palavra só, mas sim sobre o sentido dela. Não aumente seu nível de conhecimento ou até mesmo suas antigas experiências. Mais do que isso, não invente nenhum ponto no seu currículo! Os entrevistadores e recrutadores são treinados para pegar certas mentiras durante a triagem da vaga.

Assim quando você conta uma mentira e é questionado sobre tal, dificilmente conseguirá provar, assim sendo desclassificado e em certos casos até entrando em uma “lista negra” de contratações.

Não vale a pena arriscar uma oportunidade por algo tão simples que pode ser evitado não é mesmo?

6. Expert

Puxa, expert é uma palavra tão “pesada”. Se você tem amplo conhecimento sobre certa área, use outras palavras para deixar claro isso no seu currículo, mas sem usar essa expressão!

Assim caso seja usada pode trazer ao recrutador um ar de “Arrogância”, algo que você não deseja, certo? No seu currículo deverá conter as especializações na área, experiência na área e atuação na área.

Essas são informações imprescindíveis no currículo. Assim com elas, o recrutador irá compreender que você é um Expert!

7. Cursos Desatualizados

No campo de experiências profissionais, você deverá preencher com todos os seus cursos. Mas vamos conversar um pouco neste ponto? Deverá conter nesse campo, cursos relacionados a sua candidatura da vaga e cursos que sejam relevantes no mercado de trabalho nos dias atuais.

Não tenha dó de tirar cursos antigos só por deixar o campo “menos” preenchido. Vamos a um exemplo bem conhecido? Datilografia, você sabe o que é?

Então, pressupomos que 80% dos jovens não saibam, mas é um curso que era extremamente necessários em empresas nos anos 90. Assim nos dias atuais, não é mais necessário. Isso pode acarretar uma impressão ao recrutador que você não esteja atualizado com o mercado nos dias atuais.

8. Foque nos resultados

Nos dias atuais as organizações estão focadas em buscar profissionais que tenham foco nos resultados da empresa e pessoais. Porém você não demonstrará isso no currículo, deverá demonstrar na entrevista ou até mesmo no dia a dia da empresa.

Deverá mostrar isso nos seus dados, métricas e sempre que possível, deixar que o próprio entrevistador ou gerente chegue a essa conclusão te observando trabalhar.

VEJA TAMBÉM: Erros comuns de português que podem acabar te prejudicando no processo seletivo.

About The Author


Matheus Henrique

Jornalista e Redator com vasta experiência na criação de conteúdo para Web. Atuo também como Designer e Gestor de trafego na Empresa Boas Ideias. Desde 2017 na área de redação, produzo conteúdos sobre Economia, Finanças e Trabalhistas.

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